POLÍTICAS DE ENSINO 2021-04-14T15:26:03+00:00

Políticas de Ensino

As políticas de ensino definidas pela Faculdade Princesa do Oeste vislumbram uma formação de melhor qualidade, formando futuros cidadãos e trabalhadores, que ingressem e participem do mundo do trabalho com mais habilidades e competências para lidar com as novas tecnologias e as novas formas de produzir bens, serviços e conhecimentos.

Para tanto, destacam-se:

  • Assegurar formação integral de seus educandos, visando à inclusão e emancipação social destes;
  • Formar profissionais capacitados, aptos a difundir o progresso e a cultura em sua comunidade;
  • Formar egressos com qualidade técnica e humana para agir com autonomia e criticidade em seu campo de trabalho;
  • Desenvolver políticas educativas para formação de pessoas empreendedoras;
  • Ofertar vagas/cursos de acordo com a demanda do mercado e a vocação empreendedora local e regional;
  • Promover uma avaliação constante do processo educacional da Instituição, visando à melhoria da mesma;
  • Ampliar o ensino da monitoria, objetivando favorecer o atendimento ao discente com maior prática de laboratório em estudos individuais e em grupo;
  • Implantar monitoria nas práticas de campo, fazendo uso do aprendido em atividades de inserção local e regional;

Fortalecer o ensino contextualizado, interdisciplinar do currículo pleno, utilizando as práticas integrativas, interacionistas para fundamentar a essa atuação.

A política da Faculdade Princesa do Oeste para o Ensino de Graduação fundamenta-se na integração com a Pesquisa e a Extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. Cultiva e promove, portanto, uma prática fundamentada em princípios éticos que possibilitem a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a transformação social, econômica e política da região sob o viés humanista.

O ensino deve estar estruturado a partir de uma articulação com as mudanças decorrentes dos novos desafios e modelagens profissionais advindos dos avanços científico-tecnológicos, buscando assegurar uma formação mais próxima as fronteiras dos saberes no interior e para além dos espaços formativos da Faculdade, preparando os egressos para o enfrentamento das crises numa sociedade cada vez mais complexa e dinâmica.

Garantir essa estrutura de enfrentamento com a promoção de instalação gradativa de núcleos de convivência equipados com áreas de lazer, salas de estudo e laboratórios de informática, que, além de apoiar os acadêmicos em formação, promoverão a expansão de saberes mediados pela ação da extensão junto às comunidades circunvizinhas. Logo, a melhoria na infraestrutura requer melhorias na ambiência acadêmica e, consequentemente, na formação do seu quadro funcional, tendo em vista promover uma sustentabilidade curricular e uma modernização dos espaços e das práticas formativas. Reforça-se, portanto, a excelência acadêmica como fundamento orientador da gestão em todos os níveis.

Diante deste desenho formativo, intimamente relacionado a uma gestão pedagógica orientada por um modelo de qualidade e prescrito pelos órgãos de fomento, destacam-se como princípios: a indissociabilidade entre ensino-pesquisa e ensino-extensão; a flexibilização curricular; a interdisciplinaridade e a relação teoria e prática.

Desse modo, a política reguladora de Projetos de Graduação assumida pela Faculdade prevê o diálogo com os atores envolvidos: professores, alunos, equipe técnico-administrativa e sociedade beneficiada pela Instituição. Objetivando uma rica e nova dinâmica no ambiente da Faculdade, o PDI proposto é um desafio diante da diversidade do conhecimento por considerar que as especificidades de cada área vivem em constante evolução, tendo como referências: a autonomia, a liberdade e a vocação histórica de sua mantenedora em prol do desenvolvimento sócio-econômico-regional.

Estes princípios redimensionam ofertas de cursos e permitem assumir estruturas curriculares abertas e interdisciplinares, a fim de romper o isolamento e a fragmentação de conhecimentos e saberes docentes, assegurando uma sólida formação geral.

As ações para o cumprimento dessas políticas demandam:

  • Cuidado e atenção às necessidades da sociedade e da região no que concerne a oferta de cursos e programas para a formação e qualificação profissional;
  • Flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno a maior medida possível de autonomia na sua formação acadêmica;
  • Diálogo entre os professores nos encontros pedagógicos para o fomento da interdisciplinaridade;
  • Atualização permanente dos projetos pedagógicos, levando-se em consideração as Diretrizes Curriculares e as demandas regionais em que a FPO se insere, como elementos orientadores de uma ação-prática interdisciplinar;
  • Incentivo à produção técnico-científica e didático-pedagógica pelo corpo docente;
  • Qualificação permanente do corpo docente, em termos de titulação acadêmica e de competências didático-pedagógicas, tendo o foco na valorização do profissional de Ensino Superior com a implementação e efetivação do plano de cargos, carreiras e salários do trabalhador técnico-administrativo;
  • Manutenção e controle da situação legal dos cursos;
  • Apoio e acompanhamento da ação pedagógica no âmbito dos cursos.

Assim, são princípios básicos dessa política a análise das condições de demanda e a projeção desejada de novos cursos com vistas à ampliação e transformação da Faculdade em um Centro de Referência local, estadual e nacional.

Nessa direção, no Ensino de Graduação a Faculdade Princesa do Oeste se propõe a ampliar os Cursos de Graduação, bem como a ampliar os graus oferecendo, também, Cursos Superiores de Tecnologia.

Isto porque, os diferentes cenários em que se desenvolve a educação obrigam a uma reorientação dos serviços prestados pelas Instituições de Educação Superior, que devem possibilitar a capacitação profissional e criação de inteligência crítica. A formação do profissional é tema recorrente em países que buscam modernização.

Os Cursos Superiores de Tecnologia passam a ser ofertados na busca de instrumentalizar a educação profissional. Reforça-se o princípio da flexibilização dos diversos Cursos de Tecnologia, pois eles somente deverão ser ofertados em razão de demanda do setor produtivo.

A região de abrangência da FPO justifica a futura criação e a oferta de cursos para a formação de tecnólogos, além do grau de bacharelado. O desejo maior é que a educação superior seja um fator dinamizador do desenvolvimento humano, eixo de transformação produtiva e de desenvolvimento sustentável.

Como decorrência das demandas por novas habilidades e competências, e pelo vertiginoso avanço da ciência e da tecnologia, pretende-se, futuramente, oferecer Cursos Superiores de Tecnologia de acordo com a Portaria MEC Nº 1647 de 25/11/1999, com tempo de duração média de 2 (dois) anos e um corpo docente composto por profissionais que também atuem no mercado de trabalho.

·         POLÍTICAS ARTICULADORAS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO

·         ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

A disciplina de Estágio Supervisionado é um componente curricular obrigatório que integra um conjunto de atividades em que o aluno desenvolve situações reais de vida e de trabalho, sob a supervisão de um docente. Propicia a aproximação do futuro profissional com a realidade em que irá atuar, permitindo-lhe aplicar, ampliar e fazer revisões nos conhecimentos teórico-práticos adquiridos durante sua vida acadêmica, contribuindo para sua aprendizagem profissional, social e cultural.

O Estágio constitui-se num espaço privilegiado para a integração das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. Além disso, as experiências vivenciadas pelo estagiário poderão se constituir em objeto de estudo, análise e reflexão, transformando-se em temas ou problemas desenvolvidos no Trabalho de Conclusão do Curso, para os cursos onde estiverem previstos.

·         PRÁTICA PROFISSIONAL

O ponto de partida para a formulação dos projetos pedagógicos dos cursos a serem oferecidos inicialmente e aqueles a serem implantados é o primeiro artigo da Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB). Esse artigo afirma que a educação escolar deverá estar vinculada ao trabalho e à prática social. A hipótese central do trabalho considera a prática do aluno na intervenção em sala de aula e na área profissional em geral, como o elemento central para inovações curriculares, o que leva ao estabelecimento da relação entre a teoria e a prática em cada disciplina do currículo, não só nas disciplinas tradicionalmente compreendidas como “práticas”, mas em todas elas.

As atividades permanentes de prática profissional articulada com o ensino estão ligadas ao conceito de laborabilidade na medida em que essas competências constituem na verdade um trabalhador polivalente que pode, quando bem preparado, ser mais autônomo para decidir seu percurso no mercado de trabalho. Em decorrência, o professor está hoje, sendo levado a parar e entender que não é mais a única fonte legítima de conhecimento para seu aluno.

Com o avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s), as informações mais facilmente disponíveis, fortalecendo o papel do professor para dar sentido às informações adquiridas pelos alunos: avaliando, criticando, compreendendo, julgando a pertinência e relacionando-as à vida prática.

Dentre os meios de operacionalizar a prática profissional encontram-se:

  • As atividades complementares que possibilitam a real integração entre teoria e prática profissional, valendo como parte de um currículo expresso, de um lado, e, oculto, de outro, que não se encontra muito explicitado em estruturas curriculares regimentais;
  • A adoção de linhas de pesquisa que orientem e direcionem a prática, buscando respostas para as questões do cotidiano e a sustentação dos modelos de ensino voltados para a prática;
  • Programas de ensino sustentados em concepções pedagógicas crítico-reflexivas, com orientação teórico-metodológica que articulem ensino-trabalho, integração teoria e prática, adotando princípios da educação adequados ao “ser trabalhador” como o “ser aprendiz”;
  • Ampliação do processo de avaliação institucional, assegurando um sistema que permita avaliar o desempenho docente x discente bem como uma autoavaliação e o olhar do egresso (avaliação externa) visando adequar a oferta de estruturas curriculares e prever novos cursos.

Sob as diretrizes gerais informada nesse PDI, cada curso possui seu próprio Regulamento de Estágio Supervisionado guardando, assim, as especificidades referentes aos processos formativos dos referidos cursos.

·         ATIVIDADES COMPLEMENTARES

São chamadas Atividades Complementares aquelas direcionadas para a formação integral do aluno, objetivando qualificar a formação acadêmica dando-lhe um caráter mais abrangente e contextualizado.

As atividades complementares, embora se configurem como instrumento da política articuladora do ensino de graduação, envolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Entende-se por atividades complementares quaisquer atividades ligadas ao Ensino, Pesquisa e Extensão que possibilitam o reconhecimento de competências, habilidades e conhecimentos do discente, estimulando a prática de estudos e a contextualizada atualização profissional como complementação de estudos, como por exemplo: participação de eventos internos ou externos, semanas acadêmicas, congressos, palestras, seminários, conferências, atividades culturais, atividades esportivas, cursos de extensão, cursos profissionais, iniciação científica, monitoria, grupos de estudos, entre outros atividades definidas no regulamento próprio.

As atividades complementares são componentes curriculares obrigatórios para todos os Cursos de Graduação da FPO, previstas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais referentes aos Cursos de Graduação e, na matriz curricular, conforme o Projeto Pedagógico do Curso, devendo sua carga horária ser cumprida no decorrer do Curso.

Como forma de aproximação com a realidade profissional futura é permitida, sob a orientação e controle acadêmico, a realização prévia de estágio de vivências, ou seja, um estágio de caráter extracurricular. Este deve ser incorporado na vida escolar, manifesto no histórico do aluno em formação como atividade complementar e, se for desenvolvido na área de formação e em comum acordo com a empresa/instituição, poderá ser dado continuidade em tempo real como Estágio Curricular Supervisionado.

As Atividades Complementares obedecerão às seguintes normas gerais:

  • Devem ser computadas no sistema de integralização do total previsto para o curso (não devem ser incluídas as horas dedicadas ao Trabalho de Conclusão de Curso ou aos Projetos Experimentais);
  • Devem estar previstas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos e as modalidades admitidas devem ser tornadas públicas, pela Coordenação do Curso, de sorte a permitir a livre escolha pelo aluno;
  • Não poderão ser desenvolvidas no mesmo horário destinado às disciplinas regulares na forma indicada no Projeto Pedagógico de cada Curso.

A Faculdade, implementando a pós-graduação, deseja com autonomia, contribuir de maneira marcante para as aspirações da sociedade, que é o progresso, visando formar pessoal qualificado para o exercício das atividades de pesquisa e de magistério no ensino superior, bem como tornar profissionais altamente preparados e atualizados com os fundamentos e as inovações tecnológicas para o desenvolvimento de novas técnicas e processos, atendendo aos crescentes avanços do mercado de trabalho.

Os cursos são voltados às áreas de concentração, priorizando as estratégicas, como gestão e informação e que representem contribuição para o desenvolvimento das referidas áreas, dando ênfase à pesquisa sem detrimento ao ensino e a extensão. A criação de novos cursos atenderá aos anseios e demandas sociais, fortalecidas por estratégias de mobilidade acadêmica e parcerias interinstitucionais. Assegurar-se-ão programas e projetos de pesquisa, bem como de outras modalidades de ensino presencial.

Esta Instituição apoia-se nos recursos humanos, técnicos, administrativos e materiais, ressalta que a simplificação das tarefas administrativas e a otimização do tempo do acadêmico, são aspectos sociais e pedagógicos importantes para dinamizar sua eficiência e efetividade, e ainda responderá a princípios organizativos tal como preconiza o Ministério da Educação sobre as ações da educação superior, registradas em PDI.

Os cursos de pós-graduação Lato Sensu desta faculdade propõem-se a desenvolver o potencial de seus estudantes instigando e estabelecendo hábitos de reflexão apurada, para que os mesmos possam extrair informações precisas e assumir posições analíticas sobre textos; promovendo seminários e palestras; direcionando-os e incentivando a iniciação científica com a produção de trabalhos voltados a temas e produtos competitivos no mercado de trabalho e que tenham efeito na economia (como geração de emprego), contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País.

A pesquisa básica é valorizada visto que seus resultados de prazo mais longo e o conhecimento adquirido têm um valor imensurável para a formação dos profissionais pós-graduados.

Por fim, a Faculdade Princesa do Oeste realizar uma constante autoavaliação da sua instituição, a revisão dos seus objetivos de ensino, bem como, a atualização dos seus profissionais e equipamentos e instrumento que favorece a obtenção da qualidade total.

Nessa perspectiva, são considerados como ações norteadores das políticas propostas:

  • Participação efetiva no desenvolvimento regional e nacional através da promoção da formação continuada de profissionais visando ao seu aperfeiçoamento;
  • Formar grupos de pesquisa visando a consolidar a produção de conhecimentos, dando ênfase aos projetos de Iniciação Científica;
  • Ampliar a oferta de Cursos de Pós-Graduação, lato sensu, estabelecendo áreas de interesse decorrentes de demandas sociais;
  • Ofertar Cursos de Pós-Graduação, Stricto Sensu, institucionalizados, inicialmente, em parcerias com outras IES: Mestrado Interinstitucional – MINTER e Doutorado Interinstitucional – DINTER, estabelecendo áreas de interesse decorrentes de demandas da Instituição para titulação, prioritariamente, de seu corpo docente.